por SomAutoral, Publicado dia 10 de novembro de 2007 às 00:43
LANÇAMENTO DO CD NO SESC SANTOS, EM 8/11
Nada de gravadoras, nem venda em lojas. Nada de capinha plástica, nem encarte com letras minúsculas. O segundo CD de Sonekka, Agridoce, é lançado em consonância com o seu tempo. Artista ligado a novas tendências, ele preferiu lançar o disco somente na internet, pelo iTunes, em 25 países. Para o mercado brasileiro, há uma versão – à venda no site sonekka.com.br – em um encarte premium, com design do artista Murilo Martins. Na forma de livro, ele traz todas as letras e pequenas crônicas que orbitam o universo do disco, numa mistura muito feliz. E não é para menos. A mistura é uma marca de Sonekka. As doze músicas do CD não respeitam um único estilo. Vão do rock, do pop e do blues a ritmos brasileiros, num equilíbrio entre que o próprio título do disco anuncia: Agridoce. O mix entre suavidade e acidez também aparece nas letras. Algumas têm como base a crônica social, com um olhar atento à realidade, como em Jornal das Dez (Sonekka/Gilvandro Filho) e Como Diria Agenor (Sonekka/Vlado Lima). Outras falam de relacionamentos, desfeitos e refeitos, numa linha que remete ao disco anterior do artista, Incríveis Amores. É o caso de Mala sem Alça (Sonekka/Léo Nogueira) e A Marca da Cal (Sonekka/Ricardo Moreira). Em todas, boas sacadas de letristas da nova geração, que deixam o lugar-comum de lado para explorar novas fronteiras. É o caso de Cisco no Olho (Sonekka/Lis Rodrigues/Ricardo Soares), que diz "hoje você é somente um cisco nesse meu olho/não significa nada e ainda assim me faz chorar". A música que dá nome ao disco, Agridoce (Sonekka/Zé Edu Camargo), funciona como uma espécie de elo entre os dois lados do artista. Não à toa, a letra diz: "eu sou duro na queda, hardcore/mas não perco a ternura jamais" tudo ponteado com o belo baixo de Sizão Machado e o piano de Roberto Lazzarini. As participações especiais também demonstram a preocupação com a pluralidade. Vão da verve roqueira e contestadora de Zé Rodrix, que toca piano e teclado em duas faixas, à percussão arrebatadora do inglês Cris Wells, em Batendo Água. O grupo paulistano de compositores 4+1 participa de Será Que Estou Viajando? (Sonekka/Márcio Policastro), um rock de letra bem-humorada. E, fechando o disco, mais três participações especiais. Celso Viáfora, Élio Camalle e Guarabyra juntam-se a Sonekka para cantar Balada Perdida, composição de Camalle, que fala do difícil dia-a-dia (ou seria noite-a-noite?) dos cantores de bar. Nos shows de lançamento do CD, Sonekka sobe ao palco com a mesma banda que participou das gravações, composta por Nando Lee (arranjos, violões e guitarras), Schmidt (bateria e percussão), Ricardo Bocate (baixo) e Ayrton Boka e Fábio Andrade(teclados).
telepovo escreveu 18/11/2007 às 13:15:12
responderMuito bom
De t?bom que tou sugerindo acessar na pesquisa do youtube telepovo e veja o mala sem al?de olho na marca
e http://ficcao2015br.blogspot.com
alanromero escreveu 11/11/2007 às 09:33:58
responderMusica? Essa sempre foi uma de minhas favoritas. Maravilha v?a cantada no palco! D?he Sonk!
Nando T?ra escreveu 10/11/2007 às 18:12:56
responderSonekka, vc merece muito sucesso
por seu talento e pelo cara que ?
Carlos Ribeiro escreveu 10/11/2007 às 17:01:20
responderParab?! Sonekka!; beliss? apresenta? para uma excelente musica e muitos outros palcos por ai! em diante!...;
um abra?
Carlos Ribeiro
Já viram os destaques de hoje? Muito bons!
Acabaram de publicar um vídeo muito engraçado.
Freia devagar, só no toque, na maciota.